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Story of Stuff

A documentary produced by the Tides Foundation, and the Funders Workgroup for Sustainable Production, which tries to alert for the problems that the social current system interfere in the environmental crisis that we survive...

Um documentário produzido pela Fundação Tides, e o Funders Workgroup for Sustainable Production, que procura alertar para os problemas que o sistema social actual interferem na crise ambiental que vivemos...




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Story of Stuff

Notley Green School

Architect: Allford Hall Monaghan Morris
1999 Essex













"The winner in an open competition to design a prototype school which could be energy-efficient and sustainable yet built to a conventional school budget. Classroom orientation, floor to wall ratios, sunlight penetration, natural ventilation measures and spatial arrangement resulted in a distinctive triangular form and angular profiles."

By Monaghan Morris






Recognized by the low energetic cost, it finished gaining prizes, merit of the extensive use of materials recycled like the wood on a made into a garden covering.
The drawing of the form took as an essence that all the spaces had the light of the day and a natural ventilation. The covering cleristórios what allow the circulation of the air for the rooms of assembly and of classroom.
The drawing of the front I included coverings to go flat (brise soleil) in the form to minimize the radiations, avoiding great heatings.
The revetment by his side was drawn in the form to have a high level of insulation, on an aired wall (breathing wall construction). It resulted so, in a low loss of energy, being therefore, only necessarily a small quantity of energy to heat the school.
The roof also allows an elevated level of insulção, besides to allow a thermal mass, which is modulated consuante the internal activities, or associated with the strategies of natural light.












Reconhecida pelo baixo custo energético, acabou ganhando prémios, mérito da extensa utilização de materiais reciclados como a madeira sobre uma cobertura ajardinada.
O desenho da forma tinha como essência que todos os espaços tivessem a luz do dia e uma ventilação natural. A cobertura cleristórios que permitem a circulação do ar pelas salas de assembleia e de aula.
O desenho da fachada incluí coberturas solar (brise soleil) de forma a minimizar as radiações, evitando grandes aquecimentos.
O revestimento por seu lado foi desenhado de forma a ter um alto nível de insulação, sobre uma parede arejada (breathing wall construction). Resultou assim, numa baixa perda de energia, sendo por isso, apenas necessário uma pequena quantidade de energia para aquecer a escola.
O telhado tambem permite um elevado nivel de insulção, para alem de permitir uma massa termal, que é modulada consuante as actividades internas, ou associada com as estratégias de luz natural.

Note: More info about Notley Green School

Maison du Cape Ferret

Arquitecto: Lacaton & Vassal
Cap Ferret - 1998











Na Casa de Cabo Ferret, a localização de um espaço não se pode limitar à superfície habitada, mas deve procurar romper o limite do local, fundindo a percepção do espaço arquitectónico com a paisagem, buscando estímulos do local, de vária ordem sensoriais, visuais, paisagísticos, ou mesmo de utilização, reforçando a marca inequívoca da sua arquitectura do desejo do distante.
O princípio do primeiro ponto é sempre o mesmo. A fachada está completamente envidraçada a fim de permitir uma vista sem obstáculos. Para ele o muro exterior está empurrado até ao horizonte, ao mesmo tempo que a imagem da natureza conforma um tapete.
Esta transparência não tem qualquer relação com a vista a partir do exterior, típica holandesa, mas uma atitude acima de tudo endógena (que parte do interior) com um entendimento da casa Ferret como um instrumento de contemplação do mundo (weltanschaunng) que se vê ampliada pela visão contemplativa do exterior.
O solar orientado para sudeste, é uma das poucas parcelas da primeira linha da bacia de Arcachon, nos arredores de Bordeaux não construídas.
O terreno, formado por uma duna, que se eleva e desce depois rapidamente ate à baia, está repleto de vegetação, destacando-se os 46 pinheiros presentes.
O problema consistia em como preservar a duna e a sua vegetação, e se a construção significaria tratar as árvores, e inclusivamente se deveria o terreno suportar alguma edificação.
A proposta partiu então de um não tratamento dos pinheiros, nem a eliminação do bosque, já que o seu impacto era impressionante, pois conseguia ser avistado desde a baia.
Tratava-se então de elevar a casa por cima do solo para aproveitar as vistas e evitar grandes movimentos de terra, especialmente negativos quando se tratava de solos de areia. Cravaram-se então 12 micropilotis a uma profundidade de 8 a 10 metros. Sobre eles se montou uma estrutura metálica que desliza entre as árvores.
A inserção da casa em relação ao resto do edificado que a envolve, nota-se uma procura de seguir os alinhamentos, especialmente voltado a sudeste, do lado da rua, nota-se a procura por estabelecer um equilíbrio entre as duas casas que a cercam, tendo como referência a inclinação da rua.









Orientado para a praia, verifica-se uma ligação distinta em relação às da vizinha, que por terem acertado a topografia do terreno, a diferença de altura em relação à praia é suave, na casa em análise há um extensa escadaria num único sentido a ligar as duas cotas.
O interior da habitação, de 216 metros quadrados;12 por 18 metros, é acedida por uma escada em caracol, colocada na fachada sudeste e liga a uma varanda junto à sala.
A planta é clara, e sente-se a procura da simetria na clareza do desenho, que nos remete para a pureza das realizações características da nova objectividade com as zonas bem definidas. Voltado ao mar há uma extensa área de estar, que alberga a sala, e de forma livre se une à cozinha, subtilmente integrada na natureza, estando o balcão próximo de uma árvore.











A zona da cozinha é compreendida como serviços, e seguindo o mesmo tema, as casas de banho, seguem os alinhamentos, com uma largura de 3.50m, por ela estabelecidos e prolonga-se até à parede oposta. Encostado à fachada a noroeste, situa-se um quarto (todos de pequenas dimensões, o maior têm 10 metros quadrados) em cada extremidade, que se une a outro disposto perpendicularmente, definindo pequenos acessos que distribuem o espaço e se ligam à sala.
Em relação ao tratamento das fachadas, é distinto, a que está orientada para a baia é totalmente aberta e vidrada, sendo as outras mais cerradas, introspectivas, contendo apenas algumas aberturas em vidro transparente.
A distância entre a plataforma e o terreno é variável, ainda que seja sempre possível a circulação por debaixo.








O seu alçado inferior tal como os outros alçados está revestido com painéis de chapa de alumínio ondulado, dado que a direcção da onda é perpendicular à baia, e desse modo permite reflexos de luz, criando um céu artificial, ou apenas uma fonte de luminosidade.
A conservação dos pinheiros, provocou a que a habitação seja por eles atravessados, por entre umas aberturas, que permitem o seu movimento, crescimento, e os cuidados para assegurar o seu bom estado.
No limite que liga à praia reconstruiu-se um muro de contenção tradicional em madeira.